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O exame avalia o risco cardiovascular da pessoa, determinando se é ou não propensa a ter um ataque cardíaco no espaço de 36 meses.

Foi esta terça-feira (Dia Mundial do Coração) apresentado no Congresso Europeu de Cardiologia, que se realiza em Barcelona, um estudo que revela que é possível prever o risco de enfarte através de uma recolha de sangue.

Conta o La Vanguardia que os investigadores do Instituto Catalão de Ciências Cardiovasculares (em Espanha) defendem que uma análise de sangue que seja capaz de medir o nível de microvesículas no plasma é o suficiente para prever o risco de enfarte com três anos de antecedência.

Diz a investigação, liderada pelas investigadoras Lina Badimon e Teresa Padró, que os níveis elevados de microvesículas circulantes estão diretamente associadas a um maior risco de ataque cardíaco independentemente dos níveis de colesterol do paciente - marcador, até agora, visto como uma das melhores formas de avaliar o risco cardiovascular das pessoas.

Como explica a publicação espanhola, por microvesículas circulantes entendem-se as pequenas partículas que derivam das células e que se movem para o sangue. Por norma, a libertação destas pequenas partículas é bastante reduzida, podendo ocorrer uma maior libertação quando a pessoa apresenta alguma situação patológica, como é o caso dos problemas cardiovasculares.

 

A origem destas microvesículas circulantes tanto pode ser uma célula ativa, como uma célula que está 'doente', ou seja, em processo de morte celular.

 

Fonte: Noticias ao minuto

 

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