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 Assinatura Protocolo Setor Florestal

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) vai disponibilizar ao Governo 300 mil dólares para a implementação do projecto “Reforço da capacidade de adaptação e resiliência do sector florestal em Cabo Verde”.

Para o efeito, o Ministério da Agricultura e Ambiente (MAA) e a FAO assinaram hoje, na Cidade da Praia, este projecto técnico com a duração de dois anos e que será implementado nas ilhas de Santiago, Fogo e Boa Vista.

Em representação da FAO, a coordenadora residente do Sistema das Nações Unidas, Ana Graça, explicou que este projecto tem como objectivo trabalhar com o Governo para promover a agricultura, a resiliência, a segurança alimentar e a resiliência agrícola.

Este projecto, acrescentou, enquadra-se na estratégia preventiva do Governo de garantir a sustentabilidade dos serviços ecossistémicos e melhor enfrentar a ameaça da desertificação provocada pelas alterações climáticas.

Por seu turno, o ministro da Agricultura e Ambiente, Gilberto Silva, realçou que este projecto entra no pacote das políticas públicas que têm a ver com a implementação dos ODS, uma vez que há metas nesta matéria que o país tem de atingir.

Há dezassetes objectivos de desenvolvimento sustentável. Contudo todos estes objectivos se interligam, pois ninguém deve ficar para trás e deve-se trabalhar de forma integrada a todos os níveis, no sentido de concretização destes objectivos, realçou o ministro da agricultura e ambiente, Gilberto silva.

Este projecto de cooperação técnica, assegurou Gilberto Silva, vai ajudar a criar melhores condições para que a nível das instituições e das comunidades haja mais capacidade de implementação das medidas que o projecto maior, desenvolveu e vem desenvolvendo no sentido de melhor gerirem todos os perímetros arborizados do país.

O projecto prevê actividades concretas, como reforço da capacidade das populações em gerir a problemática da invasão das acácias, dos resíduos plásticos, da correcção das zonas que estão dentro das zonas florestais e a introdução das espécies nativas que possam ser muito mais resilientes aos efeitos das mudanças climáticas, entre outros.

 

 

 

Fonte: Inforpress

 

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