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 Associação das Empregadas Domésticas de Cabo Verde quer lutar para que a classe exerça profissão com carteira profissional

A presidente da ASED-CV, Maria Gonçalves, afirmou que pretendem promover acções de formação visando garantir o empoderamento da classe, adiantando que a associação fará de tudo para que a classe passe a exercer a profissão com carteira profissional assinada.

Maria Gonçalves que falava em declarações à Inforpress, disse que por ser uma associação criada recentemente para defender a classe e cuja publicação oficial saiu no Boletim Oficial, estão ainda a delinear o plano e a traçar as metas para 2019.

Conforme disse, a associação tem vários desafios, tendo apontado a questão do salário mínimo, o direito a férias, licença de maternidade, direito a crédito de habitação, reforma antecipada, inscrição na previdência social como principais constrangimentos enfrentados pela classe que representa cerca de 6% dos trabalhadores activos em Cabo Verde.

Esta responsável denunciou que, além da classe não ser valorizada e respeitada em Cabo Verde, a mesma foi discriminada negativamente pelo Governo quando este criou o subsídio de desemprego, mas não contemplou as empregadas domésticas, isto tendo em conta, ajuntou, que as empregadas domésticas também fazem parte da classe vulnerável do país.

Lamentou que apesar da atribuição do salário mínimo, que passa a ser 13 mil escudos e que não está a ser cumprido, a maioria das empregadas domésticas recebem ainda 11 mil escudos ou mesmo menos que 10 mil escudos, um valor que considerou “injusto e insuficiente” para garantir a sua sobrevivência.

A responsável apela por isso ao Governo, organismos nacionais e internacionais e mulheres parlamentares que sensibilizem com as suas condições de trabalho e de vida, criando melhores condições que garantam uma velhice digna.

 

 

 

Fonte: Sapo.cv

 

 

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