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A ministra da Educação Família e Inclusão Social, Maritza Rosabal afirmou que Cabo Verde e Timor-Leste vão assinar um acordo de cooperação que permite aos docentes cabo-verdianos leccionarem naquele país.

O anúncio, feito, hoje pela governante, na sequência de um encontro de trabalho com o seu homólogo de Timor-Leste, António da Conceição, que está no arquipélago para uma visita de quatro dias, tendo adiantado que neste momento estão a analisar as questões técnicas relacionadas com este tipo de cooperação.

 A ministra avançou que com este acordo de cooperação, Cabo Verde compromete-se a fazer concursos públicos para o envio de docentes de língua portuguesa e outras áreas afins a Timor Leste, com o intuito de ajudá-lo, no processo de reforço da língua portuguesa.

Maritza Rosabal disse ainda que o encontro serviu também para analisarem novas formas de parcerias, acrescentando que 43 estudantes timorenses vão frequentar este ano as universidades cabo-verdianas.

 A comitiva timorense, chefiada, pelo ministro do Estado, Coordenador dos Assuntos Sociais e da Educação de Timor Leste, António da Conceição, agradeceu pelo apoio que o arquipélago tem dado ao seu país nos últimos anos, e pela disponibilidade de 43 vagas para os estudantes timorenses que este ano vão frequentar as universidades cabo-verdianas.

Timor leste reconhece a sua fragilidade no ensino e aprendizagem do português e como Cabo Verde é perito na matéria segundo, António da Conceição, quer beber desta experiencia

O ensino em Timor Leste, como diz António da Conceição, está em vias de desenvolvimento, já que, o país, só ganhou a independência há 14 anos atrás.

O grande desafio no sistema escolar timorense, é, para além de que seja obrigatório, que seja gratuito, tanto no básico, como no secundário. De acrescentar que o país, que também tem a língua de camões como oficial, tem 11 instituições de ensino superior, sendo apenas uma pública.

Texto: Gabriel Vaz

 

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