juliáo varela

O PAICV diz  acompanhar o início do ano lectivo com ‘’muita atenção e preocupação’’, que na sua preparação teve algumas perturbações provocadas pela repentina e atabalhoada substituição dos dirigentes e gestores escolares.

O Dirigente e Deputado Nacional, Julião Varela, anelou que as decisões tomadas pelo governo, são ‘’inoportunas’’ e vieram contrariar a promessa feita de despartidarização da administração pública, mediante o recrutamento por concurso público dos directores e responsáveis.

Inclusive mencionou que foram registadas complicações no andamento do processo particularmente ‘’em termos logísticos, com escolas a serem fechadas, com estabelecimento de ensino a iniciarem as suas actividades com atraso devido à inexistência de horários, a falta de manuais que ainda perdura’’

Julião Varela realçou ainda que o governo parece ter esquecido das várias expectativas que foram criadas à comunidade educativa, seja durante as campanhas eleitorais, seja na discussão e aprovação do programa do governo na Assembleia Nacional. E que, em relações às propinas o governo parece querer tratar os cabo-verdianos de ‘’surdos’’, desconversando e que quase que jura, de pés juntos, que o povo ouviu mal as propostas.

No que diz respeito à classe docente, Julião considerou que foi uma autêntica desilusão.

PAICV, espera que o governo corrija o rumo já no orçamento de 2017, regularizando os pendentes com os professores, cumprindo a promessa de isenção de propinas até ao 12º ano e actualizando o salário das cozinheiras da FICASE para o nível do salário mínimo nacional.

 

Texto: Simónica Sanches

 

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