logomarca

O partido Africano Para Independência de Cabo Verde, PAICV, reagiu hoje aos pronunciamentos que o Ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Abraão Vicente, tem feito em relação ao dossiê da candidatura da Morna a Património Cultural Imaterial da Humanidade. Conforme a dirigente do Partido, vera Almeida, o que se quer é apelar ao Primeiro-Ministro que garanta o tratamento de questões do estado com mais responsabilidade.

Depois da polémica pela qual o país passou nos últimos dias, vinculada com o concurso para a criação da logomarca da candidatura da Morna a Património Cultural e Imaterial da Humanidade, o partido ventoinha, quis hoje chamar a atenção do governo para que este tenha mais atenção para com os assuntos de relevância para o país, de modo a não perder a credibilidade que durou em conquistar, conforme afirmou a dirigente.

“O PAICV, apreensivo com alguns pronunciamentos do Governo do MPD, através do Ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, e indignado com a ligeireza com que determinados Dossiers, de suma importância para Cabo Verde, vêm sendo geridos no sector da cultura, vem, por este meio, apelar ao Primeiro-Ministro que garanta o tratamento de questões de Estado com mais responsabilidade, demonstrando mais respeito para com os cabo-verdianos, em geral, e para com os profissionais e sujeitos do sector, em especial”, afirma a Dirigente PAICV Vera Almeida.

Conforme anunciou, tudo o que foi feito em Cabo Verde nos últimos anos e com o concurso de muitos profissionais, esta sendo destruído, sem qualquer preocupação para com a sociedade, o que está a criar uma perspectiva negativa desse actual governante.

“Quase tudo, no sector da Cultura, tem sido “zerado” pelo Governo do MPD, através do Ministro da Cultura, e, de repente, as Curadorias deixaram de ter sentido, com o argumento de que eram estruturas “ocas” e os Curadores “figuras decorativas”; a Alta Curadoria para a Cidade Velha/Património da Humanidade deixou de ter utilidade; o Ballet Nacional e a Orquestra Nacional deixaram de merecer qualquer atenção” afirma.

De recordar que o concurso da logomarca da candidatura da Morna a Património Cultural e Imaterial da Humanidade foi cancelada devido a suspeitas de plágio e, caso sejam provadas, o Ministério da Cultura e Indústrias Criativas garantiu responsabilizar criminalmente o vencedor do concurso. Mediada esta que o PAICV diz que não se deve estender apenas ao vencedor, mas sim a outros prevaricador, como é o caso dos jurados que aprovaram a logomarca.

 

Texto: Neidilídia Andrade                       

 

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