convensão MPD

Na sequência da última Convenção do MpD, o PAICV, maior partido da oposição, pronunciou-se sobre a proposta das incompatibilidades. Segundo o membro da Comissão Política do PIACV, Rui Semedo, o partido tambarina, sempre duvidou da autenticidade desta proposta.

Para o PAICV, os processos, conteúdos e contornos da XI Convenção do MpD, gerou uma “polémica” que deverá merecer uma atenção dos partidos e da sociedade. Sendo assim, os tambarinas afirmam que esta proposta constituía “uma bandeira do presidente do MpD e que está-se a assistir ao maior assalto dos lugares de chefia na Administração do Estado.”

Ainda Rui Semedo acrescenta, que, uma vez mais, o PAICV é “responsabilizado pelo falhanço do MpD”. No entanto, o partido da oposição, sempre manterá a sua coerência e tomará a sua posição no momento próprio, quando “estas ideias forem convertidas em Propostas ou projectos de Lei e distribuídos para apreciação e debate na Casa Parlamentar.”

Além disso, afirma que se o PAICV fizer uma análise até às últimas consequências, concluirá que Ulisses Correia “ provou um pouco do seu próprio veneno nesta Convenção, uma vez que ele atribuía, ao PAICV este rótulo de partidarização do Estado e agora vê a sua proposta emblemática ser deitada por terra pelos militantes que constituem o órgão cimeiro do seu partido.”

De relembrar que a XI Convenção Nacional do Movimento para a Democracia ficou marcada pela discussão da proposta que pretendia introduzir alterações ao artigo 66º dos estatutos do MpD, no sentido de impedir os militantes de acumularem cargos de direcção partidária com posições de chefia na administração pública ou em empresas participadas pelo Estado.

 

Texto: Dilma Cardoso

 

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