Presidente do SIACSA

O presidente do Sindicato da Indústria Geral, Alimentação, Construção Civil, Agricultura e Serviços Afins (SIACSA), Gilberto Lima, considerou esta quinta-feira que há coisas improprias e inadmissíveis que não deve ser suportado numa relação laboral que se quer sadia.

Em declarações à Tiver, Gilberto Lima, argumentou que algumas situações laborais que vêm acontecendo, um pouco por todo o lado, no país, estão a tornar-se “insuportáveis”.

O sindicalista refere-se, em particular, a alguns casos que envolve pessoal afecto aos serviços de água em diferentes câmaras municipais e advogou que está a ocorrer transferências para a Águas de Santiago cujos contratos de trabalho “não figuram os direitos adquiridos”, nomeadamente, o tempo de serviço prestado nas referidas câmaras municipais.

O dirigente sindical alertou a todos os trabalhadores dos serviços de água, que estão nesta situação, para não assinarem nenhum contrato em que não esteja claro o tempo de trabalho prestado, acrescentando que mais vale prevenir do que remediar.

Falou também que é preciso “legislar ou revogar” a lei do seguro obrigatório de acidentes no trabalho (SOAT) que no seu dizer mostra-se “antiquada” e até “injusta” para os trabalhadores cabo-verdianos.

Sobre a lei que regula a actividade marítima, advogou não estar a ser cumprida pelos armadores e instou também para a necessidade de algum “equilíbrio” em matéria de idade de reforma dos marítimos e o pessoal de terra.

 

Texto: Simónica Sanches

 

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