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O Ministro das Finanças e da Administração Pública, Olavo Correia, frisou que o Governo de Cabo Verde está de acordo com as conclusões preliminares da missão do FMI, e considerou que Cabo Verde viveu “suportado”.

Olavo Correia realçou que perante este enquadramento nacional, Cabo Verde tem de mudar de vida, e começar a partir de agora a financiar o estado de desenvolvimento com base numa mobilização crescente dos recursos.

Nesse contexto de consolidação orçamental o Ministro citou: ‘’Temos problemas emergentes e ingentes no contexto actual que têm que ver com a gestão dos recursos que a TACV e a Imobiliária Fundiária e Habitat (IFH) demandam ao Estado, o que representa um risco fiscal importante e retira recursos que são importantes para a promoção do crescimento económico”

Para além da TACV e a IFH, Olavo Correia indicou que o Governo está a trabalhar no processo de privatização da Cabnave, da Electra e da ASA, empresas que considera “importantes” para o desenvolvimento económico do país.

O chefe da missão do FMI, Ulrich Jacoby ao apresentar o relatório disse que no geral o Governo tem um programa “ambicioso” dentro de um espaço fiscal ‘’bastante limitado’’, e aconselhou a uma maior aposta no turismo “que este ano prevê um investimento de 600 milhões de euros”.

Realça-se que o objectivo do FMI é avaliar o impacto sobre Cabo Verde da actual situação económica mundial, com destaque para as medidas necessárias para sustentar o crescimento do país.

 

Texto: Simónica Sanches

 

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