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O acordo foi celebrado entre um membro da Comissão Militar Central - órgão chefiado pelo Presidente chinês, Xi Jinping - e representantes dos referidos países, na capital da região autónoma de Xinjiang. Segundo a agência oficial Xinhua, os quatro países admitiram que o extremismo constitui uma "séria ameaça" à estabilidade regional.

As partes concordaram estabelecer um "mecanismo conjunto", para partilhar informações entre os serviços de inteligência e formar equipas de segurança, detalhou a agência. O acordo é anunciado na mesma semana em que Pequim aumentou as competências do Xinjiang na adoção de uma controversa lei Antiterrorista, aprovada este ano, com medidas que incluem a colocação em solitária de "radicais" detidos segundo confirmou a agencia de noticias  chinesa Xinhua. 

 

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