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A defesa do ex-Presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva já havia informado, na quarta-feira, que a ONU aceitou preliminarmente uma petição do político brasileiro alegando terem sido violados os seus direitos humanos.

Na queixa que o advogado fez à ONU em nome do ex-Presidente foram invocadas supostas violações ao Pacto de Direitos Políticos e Civis que teriam sido praticadas contra Lula da Silva pelo juíz Sergio Moro, responsável pelo julgamento das ações de corrupção na Petrobras em primeira instância e pelos procuradores da Operação Lava Jato.

Quando o Brasil responder às queixas de Lula da Silva, "a Comissão irá então decidir se vai lançar uma investigação completa", referiu a porta-voz, indicando ainda que a decisão poderia levar até dois anos.

Entre as condutas do juiz Sérgio Moro que são questionadas pela defesa do ex-Presidente estão a condução coercitiva decretada em março deste ano, divulgação de conversas telefónicas entre Lula da Silva e familiares intercetadas em escutas autorizadas pelo juiz, além de uma suposta antecipação de "juízo de valor" feita por Moro em relação ao antigo chefe de Estado antes da realização de qualquer julgamento.

 

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