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Corsino Fortes homenageado no dia em que se assinala um ano do seu desaparecimento físico. Um evento organizado pela Academia de letras e contou com a presença de amigos do poeta.

Foi no dia 24 de Julho de 2015, que o poeta Corsino Fortes faleceu. O mundo de letras ficava mais pobre. Dono de uma vasta obra literária, Corsino Fortes contribuiu para o enriquecimento poético do arquipélago.

Iniciou com pão e fonemas, seguiram outros como Árvore e tambor. A cabeça calva de Deus, sinos de Silêncio, canções e Haikais, marcaram a literatura cabo-verdiana motivos mais que suficientes para a academia de letras prestar-lhe homenagem.

Mas o legado de Corsino Fortes não se ficou somente na poesia; também foi diplomata, foi presidente da Academia de letras, e esteve ligado à criação da televisão em Cabo Verde. Cursino é também lembrado por ter sido um combatente da pátria. Morreu o homem mas ficou a obra, versos como “ e não poder fugir, não poder fugir nunca a este destino de dinamizar rochas dentro do meu peito” fazem com que o poeta perdure no tempo.

Jornalista Aniria Teixeira

 

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