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Na sequência da descoberta da fábrica de produção clandestina de detergentes em Assomada, foram acionados os meios legais e uma brigada da Inspeção Geral das Atividades Económicas e foram procedidas o encerramento do espaço.

Após serem acionados os mecanismos legais, através do Pelouro da Segurança e Proteção Civil, liderado pelo Vereador Emanuel Carvalhal, uma brigada da Inspeção Geral das Atividades Económicas esteve na tarde de ontem, 19, em Assomada, para proceder ao encerramento da fábrica clandestina de detergente que funcionava em Cutelo.

Os inspetores da IGAE encontraram no local embalagens de detergente, lixívia em pó, sacos de sal e demais produtos utilizados na produção de detergentes.

Para além de funcionar em situação ilegal, os responsáveis pelo espaço confessaram não ter nenhuma noção de procedimentos para a produção do produto, bem como das dosagens exatas.

Conforme foi possível apurar, os indivíduos nunca fizeram nenhuma formação para o manuseamento das máquinas, mas referiram que todas as indicações para a produção de detergente eram efetuadas, através de vídeo, por um “instrutor” que se encontra na China. 

Ao contrário do que havia sido referido pelos responsáveis do espaço, foram encontradas no local caixas com embalagens de detergente preparadas para serem introduzidas no mercado, ao que se deduz, em toda a ilha de Santiago.

Para além do encerramento desta unidade clandestina, os proprietários serão agora sujeitos a pesada coima, que poderá ir até aos três milhões de escudos cabo-verdianos.

 

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