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ligia fonseca

“Continuemos a trabalhar por um Cabo Verde cada vez mais AMIGO DAS MENINAS E MULHERES”. Com esta mensagem potente, a primeira-dama Lígia Dias Fonseca, deixa a sua chamada de atenção como sendo Madrinha da Campanha para a Redução Acelerada da Mortalidade Materna em África (CARMMA) em Cabo Verde, alertando às pessoas sobre as consequências da Mutilação Genital Feminina (MGF).

“Sendo Cabo Verde, hoje, um país de muita imigração, é necessário estarmos atentos para que estas práticas ainda comuns noutros países não se infiltrem e se reproduzam entre nós.

Por isso, a nossa tolerância zero para com toda e qualquer prática que incentive, coaja e induza à MGF, assegura Lígia Fonseca. Segundo uma nota, a prática da Mutilação Genital Feminina continua a ser uma mais cruéis contra as Mulheres, ainda muito em uso em África, considerada como uma forma de subjugar a mulher, entendendo, algumas culturas, que com a MGF se purifica a mulher.

Estima-se pelo mundo todo, que pelo menos 200 milhões de meninas e mulheres convivem com as terríveis consequências de mutilação genital feminina (MGF), de acordo com as Nações Unidas. Entre os problemas acarretados pela prática, estão os sangramentos graves e problemas de saúde, incluindo cistos, infeções, infertilidade e complicações no parto.

A MGF é uma violação os Direitos Humanos, seus princípios, normas e padrões, e, consequentemente, viola diretamente a nossa Constituição da República, designadamente o princípio da igualdade e não-discriminação com base no género, o direito à integridade física, o direito à vida, o direito à saúde, à saúde sexual e reprodutiva e à saúde mental, lê-se na mesma nota.

 

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