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febre do nilo

Cabo Verde está em alerta com o aumento da febre do Nilo Ocidental que está a invadir a Europa por ser uma doença provocada pela picada de mosquitos existente no país, disse ontem o director nacional da Saúde. Em declarações à Inforpress, Artur Correia avançou que nesta situação, a função do Ministério da Saúde é garantir que a densidade dos vectores esteja a um nível baixo para que não haja risco de transmissão.

O mesmo disse que estão a fazer esforço no sentido de fazer pulverização intra-domiciliária, manter limpas as comunidades e dar combate aos viveiros dos mosquitos.

Ainda segundo Artur Correia, quem fala do vírus da febre do Nilo pode também, acrescentar febre amarela, dengue, chikungunya, paludismo, ou seja, um conjunto de doenças provocadas por mosquitos existentes no país, pelo que o arquipélago “está condenado” a garantir a densidade vectorial a um nível abaixo do linear da epidemia.

A Europa, neste momento, está em alerta com o aumento de casos de febre do Nilo Ocidental, transmissão que acontece, por norma, entre Julho e Outubro. O vírus do Nilo Ocidental é transmitido através da picada de mosquito.

Ao contrário da maioria das infecções deste tipo, em que há uma ou duas espécies de mosquito envolvidas, este pode ser transmitido por mais de 50 espécies diferentes.

O reservatório da infecção é composto por aves, sobretudo migratórias e os mamíferos (incluindo o homem) são habitualmente hospedeiros acidentais do vírus. Não existe tratamento antiviral específico para a febre do Nilo Ocidental. As pessoas diagnosticadas com esta infecção são habitualmente tratadas com medicação de suporte, nomeadamente antiálgicos, hidratação e antipiréticos.

 

Fonte. Inforpress

 

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