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 Novo acordo de pesca com União Europeia

Cabo Verde fez novo acordo de pesca com a UE que vigorará por um período de cinco anos, permitindo que os navios da UE pesquem nas águas de Cabo espécie da raça de Tunídeos. O acordo prevê ainda a cooperação científica para exploração de pesca responsável.

O acordo que autoriza os navios da União Europeia pescarem nas águas do país, será vigente durante 5 anos, e segundo o Governo trata-se de um acordo que defende os interesses nacionais e garante a sustentabilidade da indústria de pesca nacional bem como o desenvolvimento da comunidade piscatória e ainda salvaguarda as questões ambientais. E sendo Cabo Verde um arquipélago constituído por mais mar do que terra, depende grandemente do sector da pesca para a sustentabilidade das famílias, neste sentido se vêem as justificativas do referido acordo.

Segundo o Ministro da Economia Marítima, José da Silva Gonçalves o governo negociou o presente acordo para melhor servir os interesses nacionais e as prioridades do desenvolvimento do sector visando estabelecer programas e projectos para o aproveitamento sustentável dos recursos de pesca.

O governo priorizará para as novas zonas costeiras uma gestão criteriosa e responsável visando tirar o máximo aproveito desses recursos de forma sustentável, acrescenta.

Em Cabo Verde mais de 70% da população está situada nas zonas costeiras das ilhas e nos pontos de desembarque das pescas artesanais costeira, que constitui cerca de 88 localidades em todo o país. Desta feita este acordo engloba conforme diz José da Silva Gonçalves iniciativas que visam promover uma melhoria no sector das pescas no arquipélago.

Esta medida vai também beneficiar os arrastadores e desembarcadores de forma que os operadores de pesca costeira possam ter condições para venderem os seus produtos em perfeitas condições.

Neste sentido serão realizados projectos para mercado de peixe da Praia e Mindelo e reparação e aquisição das instalações frigoríficas de todas as comunidades piscatórias do país. O acordo prevê ainda a cooperação científica para exploração de pesca responsável, visando a evolução da captura e sustentabilidade das espécies capturadas nas águas nacionais.

Conforme avança o Secretário de Estado Adjunto para Economia Marítima, Paulo Veiga vão ter observadores técnicos com também observadores científicos, mas conforme avançou a novidade é a criação de uma comissão científica e ambientalista para acompanhar as pescas.

O acordo abrange pesca da raça de tunídeos em 8 mil toneladas por ano, numa distância de 18 milhas da costa.

 

 

 

Redacção

 

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