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protestos assinalam mortes de policiais

No ano passado, morreram 146 agentes, a maioria dos quais, em serviço. Este ano, são já 132. O aumento da violência no Rio de Janeiro preocupa a população, mas também os que lidam com um conflito urbano de carácter permanente: os agentes das forças de segurança. Os assaltos e o tráfico de droga matam mais no Brasil do que guerras civis de alguns países. 

Muitos que perdem a vida são polícias, na linha da frente de uma guerra não declarada das grandes metrópoles brasileiras, como o Rio ou São Paulo. Desde 1990 morrem, só no Rio de Janeiro, mais de 100 agentes todos os anos, seja durante operações policiais, seja fora das horas de trabalho.

Muitas vezes, decidem intervir quando ocorrem crimes e são testemunhos. Noutros casos, são abatidos por vingança ou apenas porque os criminosos encontram um alvo fácil. Em 2016, os números apontam para 146 polícias assassinados no Rio. Este ano, foram 132, mortes.

O Rio de Janeiro continua a ser uma das cidades mais perigosas para os polícias em toda América Latina. A crise económica e a instabilidade no maior país da América do Sul mais não fizeram do que contribuir para o aumento da violência. 

 

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