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Washington prepara novas sansões contra Moscovo numa batalha contra a alegada interferência russa. As sanções estão relacionadas com a exportação de componentes eletrónicos e outras tecnologias. Se a Rússia não mudar de comportamento serão levantadas ainda mais sanções.

O ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido pede uma postura mais firme tanto dos EUA como da União Europeia. "É claro que nos devemos envolver com Moscovo, mas também temos de ser francos. A política externa da Rússia do governo do presidente Putin tornou o mundo um lugar mais perigoso. Aqueles que não partilham os nossos valores têm de saber que vão pagar caro se ultrapassarem os limites", adiantou Jeremy Hunt.

Este movimento surge depois do envenenamento de um ex-espião russo no Reino Unido. Londres atribuiu a responsabilidade do ataque a Moscovo. O Congresso também pede mais ação para punir a Rússia pela anexação da Crimeia, pelo envolvimento na guerra da Síria e pelos ataques cibernéticos.

Donald Trump tem repetido que gostaria de melhorar os laços com Moscovo. Reuniu-se com Putin, no mês passado, mas espera contrapartidas para considerar levantar as sanções. Dois membros do Senado pedem mais ação e ameaças duras de sanções económicas, para punir a Rússia pela eventual influência nas presidenciais norte-americanas.

Os alertas da Microsoft sobre ataques de hackers ligados ao Kremlin, antes das Presidenciais nos Estados Unidos, concentram a atenção dos legisladores sobre a defesa da democracia ocidental. Dizem que está a ser deixada nas mãos dos gigantes da alta tecnologia e não nas mãos dos governos.

 

Fonte: Euronews

 

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