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 Torre Eiffel às escuras em memória dos jornalistas mortos

2 de Novembro Dia internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas. A data foi criada pelo UNESCO há cinco anos. E segundo esta organização nos últimos doze anos (2006-2017) cerca de 1010 jornalistas foram mortos por denunciar as notícias e trazer informações ao público. E que 9 em cada 10 crimes contra os jornalistas ficam impunes

Segundo UNESCO, nos últimos doze anos (2006-2017) cerca de 1010 jornalistas foram mortos por denunciar as notícias e trazer informações ao público. Em média, isso constitui uma morte a cada quatro dias. Em nove de dez casos, os assassinos ficam impunes.

A impunidade leva a mais mortes e é frequentemente um sintoma do agravamento do conflito e do colapso da lei e dos sistemas judiciais. Dados que preocupam a UNESCO principalmente pelo fato de que a impunidade danifica sociedades inteiras ao encobrir abusos sérios de direitos humanos, corrupção e crime.

Esta organização lança um apelo aos governos, a sociedade civil, a mídia e todos os envolvidos para defender o estado de direito estão sendo solicitados a participar dos esforços globais para acabar com a impunidade.

Em Paris para assinalar a data as luzes da Torre Eiffel, apagaram-se durante um minuto em memória dos jornalistas mortos. Momento para o Secretário-geral dos Repórteres Sem Fronteiras lançar um apelo: "O assassinato de jornalistas tem de acabar," disse Christophe Deloire.

É em reconhecimento das consequências de longo alcance da impunidade, especialmente dos crimes contra jornalistas, que a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou 2 de novembro como o 'Dia Internacional para Acabar com a Impunidade dos Crimes contra Jornalistas' (IDEI) em comemoração do assassinato de dois jornalistas franceses no Mali em 2 de Novembro de 2013.

 

 

 

Texto: Grace Cabral

Fonte: Euronews

 

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