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As escolas da cidade de Gayéri, sede da província de Komandjari, situada no leste do Burkina Faso, fecharam segunda-feira, após a descoberta de uma mensagem de ameaça de morte contra professores, anunciou a Agência burkinabe de notícias (AIB).

“Prevenimos-vos. Entraremos a 14 de Novembro de 2018 na província de Gayéri para esvaziar os alunos. Não queremos encontrar um docente ou professor. Se os encontrarmos, serão mortos. Boa sorte a vocês”, escreveram os autores na vitrina do liceu comunal de Gayéri, segundo a AIB.

A dois dias da suposta data fatídica, as escolas primárias e os liceus de Gayéri, bem como os das localidades vizinhas, encerraram as suas portas por medida de prudência, acrescentou a mesma fonte, precisando que nos últimos meses, várias escolas e instalações administrativas foram saqueadas ou incendiadas na província.

A situação de segurança é marcada, há quase três anos, pela subida dos ataques terroristas no Burkina Faso, que deixaram mais de 200 mortos, incluindo elementos das forças de defesa e segurança em várias localidades do país. “este 2018, mais de 520 estabelecimentos escolares já foram encerrados, ou seja, quase 56 mil alunos ficaram privados do seu direito à educação devido a esta ameaça terrorista”, segundo dados oficiais.

 

 

 

Texto: Grace Cabral

Fonte: ANGOP

 

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