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 ITÁLIA Aquarius Médicos Sem Fronteiras Itália garante legalidade no despejo de resíduos

O navio de resgate de migrantes Aquarius não consegue desatracar do mal-entendido. O "diz que fez e não fez" entre as instituições que administram o navio e o Porto italiano continua. As autoridades italianas acusam a Médicos Sem Fronteiras Itália de "despejo ilegal de lixo tóxico". Para provar a acusação, divulgaram vídeos, filmados no porto de Catânia, na Sicília, onde se vê sacos de lixo, roupas usadas e outros materiais a sair do navio.

A acusação diz que estes resíduos "potencialmente perigosos" foram despejados em vários portos para evitar custos que podiam ir até aos 400 mil euros. O governo italiano diz também que algumas roupas usadas por migrantes estariam contaminadas por meningite ou pelo virus HIV.

A Médicos Sem Fronteiras Itália nega qualquer irregularidade e qualquer risco de transmissão. "Nós seguimos os procedimentos indicados. A prova disso é que, em três anos de atividade, num contexto altamente supervisionado, não recebemos advertências, multas ou qualquer outra forma de alerta preventivo das autoridades competentes.

" Admitiu Marco Bertotto, gerente de advocacia da MSF Itália. O vice-primeiro-ministro Matteo Salvini, cara do controlo da imigração, chegou a proibir o afracamento de vários navios de resgate do migrantes. Depois da notícia do lixo tóxico sair, Salvini não perdeu a oportunidade e partilhou no Twitter: "Parece que fiz bem em fechar os portos italianos às ONG".

 

 

Texto: Grace Cabral

Fonte: Euronews

 

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