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 media global do indice de democracia

A média global do índice de democracia no mundo manteve-se estável em 2018 pela primeira vez em três anos, mas 42 países baixaram a sua cotação e apenas 4,5% da população vive em plena democracia, segundo o The Economist. Na tabela global, Portugal baixou da 26.ª para a 27.ª posição, ficando logo a seguir a Cabo Verde, o Estado lusófono mais bem classificado.

De acordo com o Índice da Democracia elaborado pelo The Economist Intelligent Unit, 48 dos 167 países analisados viram a sua cotação subir, mas há menos pessoas a viver em algum tipo de democracia (47,7% comparado com 49,3% em 2017).

Destas, apenas 4,5% vivem em plena democracia. Segundo o Índice da Democracia relativo a 2018, nenhum dos países da Europa Ocidental considerados "democracias com falhas", onde se inclui Portugal, conseguiu passar a "plena democracia".

Neste grupo de países estão igualmente a França, Bélgica, Chipre, Grécia e Itália. Na tabela global, Portugal baixou da 26.ª para a 27.ª posição, ficando logo a seguir a Cabo Verde, o Estado lusófono mais bem classificado. No topo aparecem países como Noruega, Islândia, Suécia, Nova Zelândia, Dinamarca, Canadá e Irlanda.

O relatório de 2018 divulgado pelo The Economist Intelligence Unit, subordinado ao tema "Participação política, protesto e democracia", atribui a Portugal uma pontuação global de 7.84 (em 10). Na área da participação política Portugal tem uma pontuação de 6.11, na cultura política 6.88, nas liberdades civis 9.12 e no funcionamento do governo e pluralismo 9.58.

O índice da democracia diz ainda que um terço da população vive sob regimes autoritários, grande parte na China, e regista duas importantes mudanças: um país, a Costa Rica, passou de uma "democracia com falhas" para uma "plena democracia" e, no outro extremo, a Nicarágua passou de um "regime com falhas" para um "regime autoritário". Dos 167 países analisados, há um total de 20 democracias plenas, 55 democracias com falhas, 39 classificados como "regimes híbridos" e 53 regimes autoritários.

O foco particular deste relatório foi para a participação política, uma vez que em 2018 esta foi a única das cinco categorias no índice a registar uma melhoria.

 

 

 

Texto: Grace Cabral

Fonte: RTP Noticias 

 

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