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 Phillipe Barbarin

Tristeza, raiva e emoção continuam a marcar o julgamento em Lyon do cardeal Phillipe Barbarin e de cinco outros arguidos acusados de encobrir os abusos sexuais de um confesso padre pedófilo.

Todos os réus já emitiram comunicados onde expressam compaixão pelas vítimas mas reafirmam que estão inocentes. Alguns dizem mesmo que não entendem porque são arguidos.

Os abusos sexuais do padre Bernard Preynat terão acontecido entre 1986 e 1991. O sacerdote terá abusado e violado alguns escuteiros na região de Lyon, no sudoeste de França.

O cardeal Philippe Barbarin, que esteve no tribunal no primeiro dia do julgamento, é o clérigo mais alto a ser apanhado no escândalo. O arcebispo de Lyon admitiu que soube dos abusos, mas que o padre lhe garantiu que já tinha parado.

Uma explicação que não convencem algumas vítimas. Um dos principais responsáveis por levar o caso a tribunal, Alexandre Hezez, considera que os testemunhos das vítimas são importantes para o desfecho do julgamento.

As audiências no tribunal de Lyon vão continuar até esta quinta-feira. Se forem condenados de encobrir os casos de pedofilia, os arguidos podem enfrentar uma pena de até três anos de prisão e uma multa de até 45 mil euros.

 

 

 

Fonte: Euronews

 

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