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 theresa may londres

No início de uma semana em que se joga o futuro político de Theresa May, a primeira-ministra britânica faz um último esforço para convencer os deputados a apoiarem o Acordo de Saída. A líder do executivo britânico considera que é mais provável não haver Brexit, continuando o Reino Unido na União Europeia, do que uma saída desregulada. A Comissão Europeia veio tentar ajudar May e publicou uma carta em que diz que o mecanismo de salvaguarda será ativado “apenas temporariamente”.

Caso o Parlamento chumbe o acordo de saída, os resultados são um Brexit sem acordo ou a não realização de Brexit de todo, declarou Theresa May, admitindo que “alguns em Westminster gostariam de adiar ou até mesmo parar o Brexit”.

Aquando da visita a uma fábrica em Stoke-on-Trent e aproveitando o facto de estar numa localidade onde 69,4 por cento dos eleitores votaram “Sair” no referendo de 23 de junho de 2016, Theresa May defendeu que "temos todos o direito de por em prática o resultado de referendo".

Acenando com um cenário de caos, Theresa May disse que uma saída sem acordo “iria causar ruturas significativas a curto prazo”.

Para evitar a “paralisia no Parlamento que conduzirá” à continuidade do país na União Europeia, os deputados deveriam aprovar o seu Acordo de Saída, argumentou Theresa May

O ultimato aos deputados antecede a votação do Acordo de Saída, previsto para esta terça-feira ao final da tarde.

 

 

 

Fonte: RTP

 

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