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 Europeia

A Agência Europeia dos Produtos Químicos propôs uma restrição no uso de microplásticos, que caso seja aprovada pode reduzir em 400 mil toneladas ao longo de 20 anos a quantidade lançada no ambiente.

A proposta pretende minimizar riscos para a saúde e para o ambiente do uso de microplásticos em cosméticos, em produtos de higiene ou na agricultura, entre outros, ainda que admita que os riscos ainda não são completamente conhecidos.

Segundo a Agência Europeia dos Produtos Químicos (ECHA), os microplásticos acumulam-se facilmente em ambientes terrestres, por exemplo através de partículas que ficam em lamas de tratamento de águas residuais que são usadas como fertilizantes, e também, em menor quantidade, são libertados no ambiente aquático, onde podem por exemplo interferir com o funcionamento das guelras dos peixes e do aparelho digestivo, além de que podem ser tóxicos.

Segundo informação divulgada pela ECHA é preocupante a acumulação dos microplásticos, porque permanecem milhares de anos no ambiente e porque são praticamente impossíveis de remover. Em cada ano, intencionalmente, são libertadas 36 mil toneladas de microplásticos, segundo estimativa da agência. Além de restrições ao uso, a Agência propõe que seja incluído nos rótulos dos produtos informação sobre a presença de microplásticos e sobre os seus efeitos.

E propõe também que seja dado um período de adaptação à indústria O Gabinete Europeu do Ambiente, uma rede de centena e meia de organizações ligadas ao ambiente de mais de 30 países, diz esperar que a proposta se torne lei até maio de 2020 e, numa nota enviada à Lusa, congratula-se com a iniciativa, considerando que o uso deliberado do microplástico é apenas a "ponta do iceberg" na poluição por microplástico.

 

 

 

Texto: Grace Cabral

Fonte: jornal de Notícias

 

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