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A discussão do montante previsto para deslocações - 600 mil contos - no Orçamento de Estado para 2019 marcou o debate na tarde de ontem, no Parlamento. Maioria diz que valor reflecte um orçamento "transparente". Oposição propôs redução do valor.

O deputado José Veiga, do PAICV, propôs a retirada de 140 mil contos dessa rubrica para aumentar, em 20 mil contos, o orçamento do Gabinete do Provedor de Justiça, e destinar 120 mil contos para a electrificação da Ribeira dos Engenhos, no interior de Santiago.

A proposta de José Veiga não mereceu a anuência dos deputados da bancada do MpD já que, explicaram, essa ela surgiu de forma “extemporânea”, tendo em conta que o Provedor de Justiça é um órgão externo da Assembleia Nacional e o seu orçamento integra o orçamento privativo da Assembleia.

Daí que, dizem os deputados “ventoinhas”, essa discussão teria cabimento no debate do orçamento privativo da Assembleia, aprovado no período da manhã.

Por outro lado, os deputados da bancada que suporta o Governo consideram que “não há necessidade de cortar verbas na rubrica das deslocações”, tendo em conta que a electrificação da Ribeira dos Engenhos já foi assumida pelo Governo, pelo que a implementação do projecto não dependerá desse montante.

Para os deputados do PAICV, a verba alocada às deslocações é elevada, em comparação com a que tinha sido aprovada em 2015, mas os parlamentares da “situação” defendem que “este é um orçamento (mais) transparente” porque todas as deslocações estão previstas, o que “não acontecia no passado”.

 

Fonte: Expresso das Ilhas

 

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