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O Partido Popular (PP) classificou o Orçamento de Estado (OE) para 2019 de “incoerente”, face à “proposta de redução da dívida pública”, pois, entende que na prática a sua execução “aumenta a dívida” que se quer reduzir.

Essas considerações foram apresentadas num comunicado enviado à Inforpress, na sequência da reunião quinzenal do PP, que aconteceu no último fim-de-semana.

“No seu todo, são 71 milhões de contos das despesas públicas a serem cobertas com os impostos, taxas e empréstimos. Mais quatro ou cinco milhões de contos a mais, em relação ao ano 2018. Todavia os serviços públicos básicos como a saúde e a educação continuam a ser suportados pelos cidadãos via o pagamento das diversas taxas”, lê-se no comunicado, referindo que os gastos em actividades de “pouca relevância para o cidadão continuam a aumentar”.

“As despesas com as deslocações orçadas em 600 mil contos, num país pobre em que mais de metade da população não tem um salário mínimo de 13 contos”, questionou.

Na missiva, o PP abordou também o sector da saúde criticando que numa matéria de “relevância extrema” é disponibilizada, para a capacitação dos profissionais da área, a “módica quantia de apenas 35 mil contos”.

Por outro lado, revelou que os vários casos de transferências de doentes para o estrangeiro é o reflexo da “falta de investimento público no sector da saúde, falta de reciclagem e formação constante do pessoal”.

O Partido Popular adiantou ainda a previsão para o conselho nacional do partido em Janeiro de 2019, onde irão proceder às eleições dos novos órgãos sociais.

 

 

 

Fonte: Sapo.cv

 

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