
A Câmara Municipal da Praia Movimento Civil para as Comunidades Responsáveis assina acordo gestão e ética da população canina. Com este acordo CMP não abaterá nenhum cão a não ser em casos que requerem eutanásia caso de doença incurável. Por isso com este acordo entre MCCR e CMP espera-se que este método de gestão ética da população canica traga mais impactos positivos como adoção individual e comunitária e mais responsabilidade sobre os animais.
Tradicionalmente a Câmara Municipal da Praia tem abatido os animais que têm tido uma morte em extremo sofrimento, o que é considerado um método custoso, infeliz, cruel e antiético de acordo com os princípios aceites a nível internacional, nomeadamente pela OMS, união europeia e vários países que conseguiram avanço nesta área.
Neste sentido a CMP reconhece a ineficácia do método de abate e aposta também nos princípios da gestão da ética da população canina.
Daí que no acordo assinalado com o Movimento Civil para as Comunidades Responsáveis (MCCR), a CMP compromete a não abater nenhum cão, a não ser casos que requerem eutanásia, ou seja em caso de doença incurável e estando o animal em extremo sofrimento, ou em caso de os cães serem considerados perigosos garantindo a sua avaliação prévia conjunta.
Com este acordo a Câmara Municipal da Praia e o Movimento Civil para as Comunidades Responsáveis, almejam ainda, diminuir o número de cães abandonados a curto, médio e longo prazo nas ruas da cidade através de uma relação harmoniosa entre os moradores da cidade da Praia e os animais com enfoque na população canina.
Actualmente está a circular na Internet, uma petição pública contra o abate em massa dos cães abandonados um pouco por todo o país, principalmente na cidade da Praia. Trata-se de uma iniciativa promovida pelo Movimento Civil para as Comunidades Responsáveis, que considera esse acto “violento”, de antiética, e que vai contra as declarações da UNESCO sobre os Direitos dos animais.
É de realçar que Declaração Universal dos Direitos dos Animais foi proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas – Bélgica, em 27 de Janeiro de 1978), afirmando que o extermínio por envenenamento ou electrocussão nunca resolverá a problemática da população canina.
Texto: Grace Cabral
Fonte: MCCR

