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 Alunas do Ensino Secundário participam na Iniciativa As Raparigas Africanas Podem Codificar

Cabo Verde participa na primeira edição da African Girl Can Code- AGCCI na capital da Etiópia Addis Ababa, até 31 de Agosto. African Girl Can foi implementada pela ONU Mulheres e pela União Internacional das Telecomunicações e tem de entre outros objetivos, dotar as raparigas de cultura digital e de competências de codificação e de desenvolvimento pessoal.

Trata-se de um treino intensivo que engloba várias áreas, desde Cursos de Codificação em países de toda a África, Cursos de Codificação Integração das TIC, da codificação e da questão de género nos programas escolares nacionais entre outras. Participaram nesta edição 120 jovens meninas entre os 17 e 20 anos, de todos os países da África. Cabo Verde esta representado pela Darlene Horta da escola Técnica Grão-Duque Henri, Márcia Varela da escola secundária do Salineiro- Porto Mosquito.

Conforme uma nota enviada pela ONU Mulheres, esta iniciativa recorre a uma abordagem do tipo “despertar o interesse” que procura levar as raparigas a desenvolver interesse pela codificação e execução nas fases iniciais das suas escolhas de carreira.

Por isso African Girl Can Code, tem como objetivo dotar as raparigas africanas de competências de cultura digital, Promover e apoiar a entrada das raparigas no sector das TIC e da codificação, Encorajar a liderança e a confiança nas raparigas africanas, Apresentar inovações e projectos realizados por estas jovens inovadoras, Chamar a atenção, a nível nacional, para as raparigas, para as TIC e para a codificação através dos meios de comunicação, bem como Inspirar e ajudar os decisores políticos e legisladores a integrar as TIC, as questões de género e a codificação nos programas escolares nacionais.

Segundo o relatório sobre “Disparidades de Género na Ciência” refere que, a nível global, somente 28,4% das pessoas envolvidas em carreiras na área da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática são mulheres e que na África Subsariana apenas uma média de 30% é composta por mulheres.

 

Texto: Grace Cabral

Fonte: ONU Mulheres

 

 

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