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 Jornal O PAÍS posiciona sobre à deliberação da ARC no caso roubo de energia

Na sequência da deliberação da autoridade reguladora da comunicação social (ARC), contra o jornal online O País, Alírio Gomes na pessoa do Diretor Executivo do Jornal apresentou hoje o seu posicionamento em relação à queixa do deputado Rui Mendes Semedo. Em causa está o facto de o jornal publicar no dia 8 de Agosto de 2018, um texto intitulado ‘‘roubo de energia: Deputado Rui Semedo autuado pela Electra’’.

Conforme afirmou Alirio Gomes foi com profunda estranheza que tomaram conhecimento do teor da deliberação N.º 52/CR-ARC/2018, de 2 de outubro, produzida pelo Conselho Regulador da ARC, em que o Conselho Regulador chegou à conclusão de que o texto da notícia editado no site “opais.cv “não é rigoroso, isento e objetivo”.

Face aos factos evidenciados, o Director Executivo disse que o Jornal “ O País” respeitou as regras que orientam a atividade jornalística, não tendo infringido nenhuma norma legal conhecida no ordenamento jurídico Cabo-verdiano.

Segundo Alírio Gomes, a ARC não evidenciou, em nenhum momento, as matérias ilícitas imputáveis ao Jornal que atentem contra à imagem, a honra e a reputação do queixoso, facto que vai em contramão ao que a Lei exige.

“O Jornal priorizou o interesse público na divulgação da notícia por se tratar de um crime grave, posição que, de alguma forma, está em sintonia com a doutrina e a jurisprudência”, acrescenta o Director Executivo.

O Jornal o País não prescinde do seu direito de informar, e acionará todos os meios legais necessários, sobretudo o disposto no artigo 70.º dos Estatutos da ARC, para fazer valer a legalidade e o seu direito inalienável de informar, realçou o Diretor Executivo, Alirio Gomes.

De realçar que na altura, Rui Semedo chamou a imprensa, para esclarecer a situação, tendo afirmado que se tratava de “uma forma vil” de denegrir a sua imagem e a da sua família.

O deputado apresentou uma queixa nas instâncias judiciais contra a Electra, e na ARC contra o referido jornal, alegando que publicou a notícia de forma “ilegal e abusiva”.

 

 

 

Domingas Andrade

 

 

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