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 Porto Novo cabo verde

Porto Novo é um dos municípios considerados “prioritários” pelo Governo no quadro do novo plano de emergência, facto que deixa “aliviados” os criadores de gado locais, conforme avançou a associação da classe.

O representante da Associação dos Criadores de Gado do Porto Novo, Erineu Rodrigues, enalteceu a decisão do Governo de avançar com o plano de emergência tendo em conta que há dois anos que não chove nesta localidade e há criadores que estão a passar por muitas dificuldades.

Nas diferentes zonas do município do Porto Novo, os criadores de gado “aflitos”, têm estado nos últimos tempos a clamar pelo apoio do Ministério da Agricultura e Ambiente no salvamento do gado.

É de realçar que em situação “mais difícil” estão os criadores de gado do Planalto Norte e de Lagoa do Planalto Leste, segundo a mesma fonte, muitos dos quais têm estado a vender “ao desbarato” os seus animais, devido à falta de pasto e a dificuldades na aquisição de ração.

Em Lagoa do Planalto Leste, a associação local alertou que a situação da pecuária na zona é “alarmante”.

No Planalto Norte, António Lima, representante dos criadores, pediu “urgência” no auxílio à classe, “antes que seja tarde demais”, alertando para a situação de “aflição” em que se encontra a maioria das famílias desse localidade, cujo sustento depende, essencialmente, da pecuária.

O ministro da Agricultura e Ambiente, Gilberto Silva anunciou na quarta-feira, 16, no Parlamento, que Porto Novo, como um dos maiores efectivos pecuários do País (mais de 23 mil cabeças) está entre os concelhos que o Governo considera como “prioridade” em termos de salvamento do gado, estando a ser criadas as dividas condições para que isso aconteça “o mais depressa possível”.

570 mil contos é o montante previsto para financiar o novo plano de emergência segundo diz Gilberto Silva. O mesmo disse ainda que vai adoptar o mesmo modelo do ano passado e está, nesta altura, a negociar com as empresas de produção de ração para poder acudir os criadores.

O presidente da câmara do Porto Novo, Aníbal Fonseca, já tinha alertado, em Novembro, para “as dificuldades acrescidas” que mais este ano de seca traz para mais de 500 famílias neste concelho, que vivem, basicamente, da pecuária.

 

 

 

Fonte: Inforpress

 

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