O Acordo de Concertação Estratégica para 2023-2026 vai refletir aquilo que é o contexto atual, como o caso da recuperação e relançamento da economia, este ciclo de debate tem muita importância sobretudo para que haja maior envolvência dos parceiros sociais. Garantia dada pelo Primeiro Ministro José Ulisses Correia e Silva.
Para o primeiro ministro Ulisses Correia e Silva é um ato de grande responsabilidade, pois o primeiro acordo foi assinado em 2017 e 2021, e este acordo, segundo afirma é muito mais exigente relativamente aquilo que é o contexto atual.
Para o chefe do governo, este ciclo de debate tem muita importância sobretudo para que haja uma maior envolvência dos parceiros sociais.
O governante afirma que pretenderam que este acordo, refleta aquilo que é o contexto atual, realçando alguns pontos estratégicos neste acordo, como reduzir a pobreza absoluta e acabar com a pobreza extrema, reduzir as vulnerabilidades do país face aos choques externos e ambientais cujos, são os desafios que estão equacionados no PEDS, bem como outros pontos mencionados.
Conforme avança o governante o acordo não pode ser visto como uma soma de revindicações, alguns aspetos vão estar sobre a mesa, para a decisão dos parceiros, como a revisão do código laboral, sistema de segurança social e fiscalidade e no momento certo o governo vai convocar o conselho de concertação social e os parceiros vão ter o documento proposta previamente e só depois vai se debater o processo de concertação e a sua aprovação.
Redação Tiver