RESTOS MORTAIS DO EMBAIXADOR JOSÉ FILOMENO JÁ REPOUSAM NO CEMITÉRIO DA VÁRZEA

Os restos mortais do embaixador José Filomeno Monteiro já repousam no cemitério da Várzea, após uma homenagem no Ministério dos Negócios Estrangeiros, seguida de missa de corpo presente na capela do bairro onde nasceu. A intervenção principal esteve a cargo do embaixador Hércules Cruz, que destacou José Filomeno como uma figura “incontornável” da diplomacia cabo-verdiana.

O embaixador Hércules Cruz, Acrescentou que José Filomeno, com a sua natural simpatia, se entregava a todos, uma pessoa, frisou, que “não tinha qualquer tibieza em perguntar para saber e fazer repetir para aprender”.

Hércules Cruz realçou ainda José Filomeno como pessoa que “nunca confundiu” a diplomacia com a vaidade no poder com o ruído.

Lembrou que bem cedo José Filomeno revelou a sua revolta contra o colonialismo português.

No elogio fúnebre, Cruz enalteceu que José Filomeno foi um “enorme diplomata” ao serviço de Cabo Verde.

“Onde quer que estivesse. Mesmo em outras actividades, no parlamento, nunca deixou de cuidar da política externa, com o mesmo cuidado e zelo”, concluiu o diplomata Hércules Cruz.

Depois da cerimónia religiosa, o cortejo fúnebre percorreu algumas artérias do bairro onde, há 70 anos, nasceu José Filomeno para o seu corpo ser sepultado no cemitério da Várzea.

Várias entidades públicas reagiram à morte do ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, como é o caso do chefe de Estado, José Maria Neves, que considerou José Filomeno um “senador da República, um homem grande das ilhas”.

Fonte: Inforpress // Redação tiver

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