No domínio social, a criminalidade voltou a ocupar um lugar central nas preocupações da segurança pública. Roberto Lima, Diretor Nacional Adjunto , comentou sobre as principais ações da polícia em resposta a este fenômeno.
Para o Diretor Nacional Adjunto os principais desafios da polícia estão ligados, sobretudo, à sua capacidade de adaptação, que varia de região para região. Outro aspecto importante é a necessidade de lidar com influências externas, incluindo as redes sociais e as novas tecnologias.
Questionado sobre as estratégias adotadas para reduzir a criminalidade e os resultados obtidos, Roberto Lima explicou as medidas implementadas e os efeitos verificados até ao momento.
A emigração continuou a influenciar a realidade social do país ao longo de 2025. Muitos cidadãos procuraram melhores condições de vida no exterior, motivados por razões económicas, pelo desemprego e pela busca de novas oportunidades profissionais e de formação.
O fenómeno manteve-se particularmente expressivo entre os jovens, refletindo os desafios internos relacionados com o mercado de trabalho e as perspetivas de futuro.
Apesar das contribuições positivas da diáspora para a economia nacional, através das remessas e do investimento, a saída contínua de quadros qualificados suscitou preocupações sobre o impacto no desenvolvimento interno.
Os acidentes de trabalho continuaram a ser uma preocupação ao longo de 2025, com vários casos registados, sobretudo na construção civil.
As ocorrências estão ligadas tanto à falta de equipamentos de proteção adequados como à insuficiente atenção de alguns trabalhadores no cumprimento das normas de segurança.
As quedas em altura foram identificadas como a principal causa de acidentes graves e mortais na construção civil, muitas vezes decorrentes do uso inadequado de equipamentos ou da ausência de proteções. Para prevenir estes riscos, é fundamental que empregadores e trabalhadores cooperem ativamente, garantindo equipamentos de proteção individual, formação adequada e manutenção regular dos materiais.
O ano de 2025 fica marcado, na ilha do Fogo, pelo elevado número de vítimas mortais em acidentes rodoviários, com uma dezena de óbitos e vários feridos graves que ainda se encontram em tratamento.
A taxa de mortalidade resultante da sinistralidade nas estradas colocou o Fogo na dianteira a nível nacional, tornando este ano um dos mais trágicos de que há registo recente.
O balanço do ano reforça a importância de políticas públicas eficazes, para um futuro mais seguro e sustentável.
Redação Tiver