PN: BOMBEIROS SAÚDAM MEMORANDO ENTRE AUTARQUIA E GOVERNO PARA CONSTRUÇÃO DE QUARTEL DE RAIZ

O Corpo de Bombeiros Voluntários do Porto Novo saudou a assinatura entre a câmara municipal e o Governo de um memorando de entendimento que possibilitará a construção de um quartel de raiz para a corporação.

O comandante do Corpo dos Bombeiros Voluntários do Porto Novo, Balbino Gomes, disse à Inforpress que a iniciativa deixou satisfeita a corporação, que sempre sonhou com a construção de raiz de um quartel que ofereça todas as condições de funcionamento.

Balbino Gomes disse que sempre foi a vontade dos “soldados da paz” ver construído um quartel, razão pela qual a assinatura do memorando de entendimento deixou satisfeita a instituição, que incita a autarquia e o Governo a concretizarem “o quanto antes possível” projecto.   

O Corpo dos Bombeiros Voluntários do Porto Novo espera ser envolvido na elaboração do projecto, para que possa contribuir para que este município seja dotado de “um excelente quartel de bombeiros capaz de servir toda a ilha de Santo Antão”.

O memorando de entendimento assinado, terça-feira, entre a Câmara Municipal do Porto Novo e o Governo estabelece que a edilidade concede ao executivo central as instalações da antiga oficina de carpintaria para a montagem de um centro de artes e ofícios.

Em contrapartida, o Governo construirá um quartel para os bombeiros neste município, infra-estrutura que, segundo o primeiro-ministro, insere-se numa estratégia de reforçar o sistema de protecção civil em Santo Antão com a construção do aeroporto e expansão do porto.

A câmara municipal pretendia, inicialmente, remodelar o edifício da antiga oficina de carpintaria para receber o quartel dos bombeiros.

A autarquia reconhece a necessidade de os bombeiros disporem de melhores condições de trabalho, tendo inscrito no orçamento para este ano uma verba de seis mil contos para apoiar a corporação, com mais de duas décadas de existência.

O corpo dos bombeiros trabalha, desde a sua criação, num espaço que, segundo a corporação, não oferece as mínimas condições para tal.  

Fonte: Inforpress // Redação Tiver  

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