Pelo menos 39 pessoas morreram de malária, em mais de 880 casos registados da doença, no primeiro semestre deste ano na província de Manica, centro de Moçambique, anunciou fonte oficial.
egundo a responsável, a mortalidade associada à doença também registou um agravamento em comparação com o ano passado.
Os dados refletem um aumento de cerca de 12% no número de casos e de 62,5% nos óbitos quando comparados com os registados no primeiro semestre do ano passado.
A malária continua a ser uma das principais causas de doença e morte em Moçambique, particularmente durante a época chuvosa, quando se verifica um aumento da proliferação de mosquitos transmissores.
Também citado pela comunicação social, o presidente da Comissão do Plano e Orçamento da Assembleia da República de Moçambique, Eneas Comiche, manifestou preocupação com a evolução dos indicadores da doença “que atinge níveis assustadores” na provín, defendendo o reforço das medidas de prevenção e combate à malária.
Pelo menos 49 pessoas morreram de malária nas primeiras seis semanas de 2026 em Moçambique, entre 1.357.891 infetados, avançaram, em fevereiro, as autoridades de saúde moçambicanas.
De acordo com dados apresentados pelo diretor nacional de Saúde Pública, Quinhas Fernandes, os casos de malária aumentaram 55% este ano, face ao mesmo período do ano passado, em que foram registados 876.498 casos, mas o número de óbitos baixou 38%, quando em 2025 morreram 79 pessoas.
Noticias ao Minuto