A candidata às eleições presidenciais de 2026, Joana Rosa, afirmou que a sua candidatura é “da sociedade civil” e “aberta a Cabo Verde”, defendendo uma Presidência de proximidade, de diálogo com os cidadãos e de exercício independente das competências constitucionais.
A declaração foi feita pela candidata durante uma conferência de imprensa, na sequência do apoio anunciado pelo Movimento para a Democracia (MpD) à sua candidatura à Presidência da República.
Joana Rosa garantiu que não pretende uma Presidência “fechada sobre si própria”, mas uma magistratura de referência, assente no equilíbrio, na dignidade institucional, no diálogo e na defesa dos interesses permanentes da República.
A candidata disse que pretende igualmente exercer uma “magistratura de influência” para contribuir para o desenvolvimento do país, a redução da pobreza e a melhoria do nível de vida dos cabo-verdianos, bem como para o combate a outros problemas sociais.
Joana Rosa defendeu ainda a necessidade de promover o conhecimento da Constituição da República junto dos cabo-verdianos, para que estes possam conhecer os seus direitos e exigir o cumprimento dos princípios constitucionais.
A antiga ministra da Justiça agradeceu ao MpD pelo apoio e pela confiança, mas sublinhou que, a partir deste momento, pretende “estender a mão muito para além das fronteiras partidárias”.
A candidata adiantou que está a ser construída uma plataforma eleitoral colectiva, com base nas auscultações realizadas durante as deslocações a várias ilhas. A plataforma deverá ser apresentada brevemente e pretende reflectir as propostas e preocupações recolhidas junto dos cidadãos.
Inforpress // Redação Tiver