O Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) negou que a Câmara Municipal do Porto Novo esteja a passar por uma crise, após a saída de três vereadores e de alguns diretores de serviço.
Em comunicado, o sector do PAICV no Porto Novo, partido que sustenta a câmara municipal, recusou a ideia de que o executivo presidido por Elisa Pinheiro esteja a passar por “uma crise institucional” com a saída dos três vereadores em menos de dois anos.
A bancada do Movimento para a Democracia (MpD) na Assembleia Municipal do Porto Novo disse, recentemente, que a câmara municipal enfrenta “uma das crises institucionais mais severas da sua história recente”, com pedidos de demissão de três vereadores e de dois directores de serviço.
Para o PAICV no Porto Novo, a câmara municipal está a realizar o seu “trabalho de forma séria, responsável e orientada para dar ao Porto Novo o salto qualitativo e quantitativo que a população merece e espera”.
Explicou, por isso, que “as mudanças pontuais de quadros” não alteram a rota definida democraticamente pelos eleitores, afiançando que a equipa camarária está “sólida, unida e mais preparada do que nunca” para continuar a trabalhar a favor dos porto-novenses.
Depois da vereadora Cibel Ramos, que não chegou a ser empossada, o vereador Osmar Silva saiu e, mais recentemente, foi a vez da vereadora Neila Lima apresentar o seu pedido de suspensão de mandato.
A Câmara Municipal do Porto Novo esclareceu que Neila Lima apresentou um pedido de suspensão de mandato por um período de um ano por ter recebido um convite do Governo para integrar o conselho directivo do Instituto do Mar (Imar).
Inforpress // Redação Tiver