PN: DELEGADO DA EDUCAÇÃO GARANTE ARRANQUE DAS AULAS SEM SOBRESSALTOS COM 3.000 ALUNOS E 300 DOCENTES

O delegado da Educação, Formação Profissional, Ensino Superior, Ciências e Inovação no Porto Novo, em Santo Antão, disse hoje que as condições estão a ser ultimadas com vista ao arranque sem sobressaltos das aulas, neste município.

Elísio Rocha, que falava no acto de abertura do ano lectivo no Porto Novo, assegurou à comunidade educativa que tudo aponta para o arranque normal das aulas, com as turmas já formadas e com a colocação dos professores para um novo lectivo sem sobressaltos e com novas perspectivas.

Durante o acto, testemunhado pelo ministro da Educação, Formação Profissional, Ensino Superior, Ciências e Inovação, o novo delegado deste ministério informou que estão inscritos mais de três mil alunos, que vão ser orientados com mais de 300 docentes em todos os sistemas de ensino.

Além disso, o concelho dispõe de 120 operacionais, segundo Elísio Rocha, que destacou o facto de o Porto Novo ser um concelho extenso e disperso com escolas em todas as localidades.

“É uma equipa grande num concelho extenso e disperso. Temos escolas por todo o concelho e estamos a convergir para melhorar a inclusão das crianças”, notou este responsável.

O estado das infra-estruturas constitui “sempre um grande desafio”, com algum desgaste em algumas escolas e falta de equipamentos nos liceus, mas nada que coloque em causa o bom funcionamento dos estabelecimentos de ensino, assegurou.   

O delegado do Ministério da Educação avançou que, neste ano lectivo, o grande desafio se prende com o Planalto Norte, onde várias famílias viram-se, nos últimos anos, “desapegadas” dos seus educandos, que tinham de frequentar o quinto e o sexto anos na cidade do Porto Novo.

A partir deste ano lectivo, este ministério decidiu, em parceria com a câmara municipal e outras instituições “reverter esta situação” que, explicou Elísio Rocha, trouxe “consequências graves para as famílias”.

Com isso, as crianças do Planalto Norte, desde o pré-escolar até ao sexto ano, vão permanecer na sua localidade, assegurou o delegado do Ministério da Educação, segundo o qual as condições estão a ser criadas para isso.

“Estamos a trabalhar neste sentido. Estamos a convergir e aproveitar melhor o quadro docente”, concluiu a mesma fonte.

Fonte: Inforpress // Redação tiver

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