A candidata à Presidência da República Joana Rosa afirmou hoje que a sua decisão resulta do percurso político e institucional que construiu ao longo dos anos e da vontade de fazer mais por Cabo Verde.
Na apresentação pública da candidatura, realizada na Assembleia Nacional, a antiga ministra defendeu um exercício presidencial diferente, assente na proximidade aos cidadãos, no diálogo entre as instituições e na defesa da Constituição e do Estado de Direito.
Em declarações aos jornalistas, Joana Rosa explicou que a decisão de se candidatar resulta do percurso que construiu enquanto autarca, deputada, líder parlamentar e membro do Governo.
A candidata destacou igualmente o facto de ser mulher, considerando que a sua candidatura constitui, segundo afirmou, a primeira de uma mulher à Presidência da República de Cabo Verde.
Contudo, defendeu que essa condição deve ser valorizada em conjunto com a competência e a capacidade para exercer o cargo.
Joana Rosa defendeu uma Presidência da República de proximidade, que possa marcar a diferença enquanto garante do cumprimento da Constituição, dos direitos e regalias dos cidadãos e esteja ao serviço do país.
Sublinhou ainda que a sua candidatura pretende propor aos cabo-verdianos um exercício presidencial diferente, capaz de marcar diferenças e produzir impactos na vida dos cidadãos.
É neste contexto que a candidata apresenta como lema da candidatura “Sentir, Servir e Proteger”.
A candidata associa esta visão à necessidade de garantir o equilíbrio entre os poderes e preservar o pluralismo, a democracia e o Estado de Direito.
Joana Rosa anunciou igualmente a abertura de um período de audição aos cidadãos, com o propósito de escutar as suas preocupações, expectativas e propostas, considerando que este processo deverá contribuir para a construção de uma candidatura assente numa relação de proximidade com os cidadãos.
Inforpress // Redação Tiver