CMP VAI DISTRIBUIR A PRIMEIRA TRANCHE DO FINANCIAMENTO DO CARNAVAL NA PRÓXIMA SEMANA

O vereador da Cultura da Câmara Municipal da Praia, Jorge Garcia, afirmou hoje que a autarquia estará em condições de distribuir a primeira tranche do financiamento aos grupos carnavalescos no início da próxima semana.

Segundo o vereador, o prazo para o desembolso foi definido num encontro com os grupos carnavalescos em Dezembro, ficando acertado, para 06 e 23 de Janeiro, a primeira e a segunda parcela, e 09 de Fevereiro a última parte do financiamento, no total de 2 mil contos a cada grupo.

O financiamento está dividido em três parcelas, sendo duas de 700 contos e uma de 600 contos.

O vereador justificou o relativo atraso, já denunciado pelo grupo Vindos d’África na comunicação social, com a entrega tardia dos projectos e não apresentação do relatório do desbloqueio remanescente aos 600 mil escudos relativos ao carnaval do ano passado.

Conforme frisou, o último projecto deu entrada na Câmara Municipal da Praia, um dia depois da data estabelecida para distribuição da primeira tranche.

“A justificação de verbas, não iremos levar isso ao pé da letra. Mas este atraso também tem a ver com o processo de tentar convencer o grupo ‘Deusa do Amor’ a voltar a participar no carnaval este ano, pela mais valia que representaram ao Carnaval da Praia no ano passado, o que, infelizmente, não conseguimos até agora”, reforçou.

Conforme o vereador, a Praia vai contar este ano com apenas três grupos oficiais, “Vindos d’África”, “Vindos do Mar” e “Samba Jó”, quando a meta da CMP, enquanto capital do país, era garantir pelo menos cinco grupos oficiais.

“Nós enquanto câmara consideramos grupos do carnaval o nosso parceiro importante para a dinâmica cultural da cidade, por isso temos a máxima consideração para com eles”, disse, realçando que esta é a única equipa camarária que aumentou a 100 por cento (%) o financiamento ao carnaval.

Aquele responsável aproveitou para manifestar total abertura da autarquia ao diálogo e apelou para o cumprimento do “acordo de cavalheiros” aos grupos, no sentido de tentarem resolver os problemas por meio do diálogo e não através da comunicação social.

Além do carnaval oficial, sublinhou que aguardam ainda projectos para o financiamento do Carnaval infantil, das escolas, afirmando que a ambição da autarquia é de estender o apoio às escolas secundárias.

Fonte: Inforpress // Redação Tiver

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