FAO E GOVERNO REFORÇAM PROTEÇÃO SOCIAL NAS PESCAS

Na mesma linha, Kátia Neves, encarregada do escritório da FAO, avançou que os estudos realizados envolveram vários intervenientes do setor, tendo permitido identificar diversos obstáculos. Segundo a responsável, os trabalhos desenvolvidos ao longo de dois dias visam discutir os diagnósticos feitos em diferentes comunidades, com o objetivo de encontrar soluções adequadas para os desafios identificados.

A mesma fonte avançou ainda que, neste momento, o número de pessoas do setor abrangidas por mecanismos de proteção social é muito baixo, não ultrapassando os 10 por cento dos trabalhadores.

A mesma fonte frisou ainda que existem diversos interesses em jogo, envolvendo pessoas a nível das associações, nomeadamente pescadores e peixeiras, o que exige um diálogo inclusivo e soluções equilibradas para o setor.

Reforçou ainda que está a ser desenvolvido um trabalho ao nível das associações de pescadores e peixeiras, com o objetivo de sensibilizar os seus membros para a importância da organização.

Por fim, Kátia Neves destacou que o trabalho conjunto é essencial para fortalecer a organização do setor das pescas e ampliar a proteção social, beneficiando as comunidades.

Redação Tiver

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