O primeiro-ministro Ulisses Correia e Silva destacou hoje a “transformação evidente” registada no Aeroporto Internacional Nelson Mandela, na Praia, sublinhando que os investimentos nas duas fases das obras rondam os 17 milhões de euros.
Em declarações à imprensa à margem da visita às obras de modernização da infra-estrutura aeroportuária, o chefe do Governo afirmou que as mudanças são “impressionantes”, realçando que os terminais estão “totalmente diferentes, quer de entrada, quer de partida”.
“As primeiras mudanças são impressionantes. Eu, particularmente, viajo sempre na sala VIP e quando você vai para a sala VIP não tem contacto com toda esta infra-estrutura, todo este serviço que foi transformado numa forma substancial, que é onde a maior parte dos passageiros vão, quer na partida, quer na entrada. Os terminais estão totalmente diferentes, quer de entrada, quer de partida”, declarou.
Segundo o primeiro-ministro, há “serviços diversos, desde duty-free, serviços de restauração, serviços de entretenimento e de algum contacto de relaxamento antes das viagens”, além de espaços para compras, salientando que toda a envolvente do aeroporto da Praia “está muito bem transformada”.
“É uma imagem que você pode encontrar em qualquer outro aeroporto do mundo, evidentemente que depois vai depender apenas de escala, quer a nível da organização dos ‘check-in’, a nível do processo e do sistema de segurança, há uma transformação evidente”, afirmou, acrescentando que agora faz questão, mesmo viajando na sala VIP, “de vez em quando ir para o interior dos aeroportos” para constatar as mudanças.
Ulisses Correia e Silva referiu ainda que teve oportunidade de verificar intervenções semelhantes na Boa Vista e na ilha do Sal, explicando que os resultados decorrem da concessão da gestão dos aeroportos.
“Aqui só no aeroporto da Praia, na primeira fase e na segunda fase, os investimentos são de cerca de 17 milhões de euros e vai continuar, porque vai haver mais expansão para permitir um melhor serviço aos clientes, aos passageiros, que é o que interessa”, precisou.
O chefe do Executivo defendeu que o objectivo é que os passageiros se sintam, de facto, num aeroporto internacional que não é apenas pista, mas que é serviço.
Fonte: Inforpress // Redação Tiver