PM FAZ BALANÇO POSITIVO DOS DEZ ANOS DE GOVERNAÇÃO  

O Primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, considerou hoje que o balanço dos dez anos de governação é positivo, com resultados no crescimento económico, redução do desemprego e reforço do Estado Social, e acusou a oposição de manter um discurso de “negacionismo”.

Declaração feita durante a segunda sessão plenária de Fevereiro, num debate sobre os dez anos de governação do MpD.

“O momento é de balanço, de prestação de contas, de verdade e de reconfirmação daquilo que é a leitura dos cabo-verdianos, das instituições internacionais, das estatísticas, que não são invenções, representam, avaliam e medem realidades concretas. O balanço é positivo”, referiu.

O chefe do Governo afirmou que essa avaliação já tinha sido feita em 2021, quando, segundo disse, os cabo-verdianos atribuíram maioria absoluta ao partido, sustentando que, na altura, o discurso da oposição era idêntico ao atual.

“É o mesmo discurso de negação, negativista”, declarou.

O Primeiro-ministro, acusou os adversários políticos de ignorarem os impactos das crises enfrentadas pelo país, nomeadamente a pandemia da covid-19 e as crises económicas internacionais.

Defendeu ainda que houve crescimento económico, criação de 39 mil postos de trabalho e redução da taxa de desemprego para níveis históricos, mesmo em contexto adverso, acrescentando que o Estado Social melhorou significativamente e que a redução da pobreza extrema é factual, mensurável e sentida.

No plano das finanças públicas, afirmou que o saldo primário do Orçamento do Estado é positivo e que 90% das despesas são cobertas por receitas próprias, rejeitando a ideia de que os impostos servem apenas para pagar a dívida pública.

Quanto ao aumento da dívida nominal, argumentou que o essencial é a capacidade do país gerar riqueza para cumprir os compromissos, indicando que o peso da dívida sobre o Produto Interno Bruto (PIB) passou de 115% em 2016 para 108% em 2024.

“Hoje iniciamos um novo ciclo de um país mais resiliente e confiante. Um país que não se confunde e nem é prisioneiro de ciclos políticos partidários e eleitorais”, referiu.

Fonte: Inforpress // Redação Tiver

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