APRESENTAÇÃO DO “PLANO DE RECUPERAÇÃO ECONÓMICA APÓS COVID-10”

A Secretária de Estado do Fomento Empresarial, Adalgisa Vaz, participou, na qualidade de oradora, no ciclo de tertúlias sob a temática o “Plano de Recuperação Económica após Covid-19”.

Essa apresentação trata-se de uma iniciativa mensal promovida Ministério das Finanças e do Fomento Empresarial e que visa levar, às universidades do país, temas ancorados no Orçamento de Estado e com ramificações em matérias como as Finanças Públicas, Política Tributária, Competitividade Fiscal, Dívida Pública, entre outras questões que visam directa ou indirectamente, a dinâmica da economia cabo-verdiana.

De frisar que toda a máquina do Estado tem actualmente em foco, a Retoma da Economia, após os cerca de dois anos da pandemia da Covid-19 e que teve nomeadamente como resultados, no plano económico-financeiro, a pior recessão da história económica recente do país e, com impactos significativos em todos os domínios da sociedade cabo-verdiana.

Passada a primeira fase de combate ao nível da Saúde Pública, o Governo encetou um forte pacote de medidas de salvaguarda do tecido empresarial e das famílias “lato senso”. A evolução deste cenário impõe, nesta fase, um “Plano de Recuperação Económica após Covid-19” que é o que o Executivo tem como um dos instrumentos prioritários e que será alvo de apresentação e análise nesta tertúlia.

Este ciclo de tertúlias teve início em finais de janeiro com a Universidade de Santiago e tem como objectivos: estimular uma cultura de literacia financeira, em especial nos jovens; ajudar na divulgação da importância da educação financeira; instigar a curiosidade das pessoas nas áreas das finanças públicas, gestão de orçamentos e afins.

“O Plano de Retoma Económica cria condições para uma recuperação rápida com apoio às empresas para se reinventarem, com agilidade, capacidade de inovação e pro-actividade, num contexto, ainda de incertezas, que exige a definição de políticas de crescimento sustentável e uma capacidade de adaptação a nível operacional”.

Fonte: Governo  // Redação Tiver

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