BRAVA: IGAE DESTRÓI CERCA DE 1800L DE AGUARDENTE NA LIXEIRA

A Inspeção-geral das Atividades Económicas (IGAE) procedeu hoje à destruição de cerca de 1800 litros de aguardente, na ilha Brava, “com má qualidade e transportada em recipientes inadequados”.

Em declarações à imprensa, o inspetor-geral da IGAE, Paulo Monteiro, explicou que esta aguardente se encontrava na Esquadra Policial da Brava, pois foi apreendida devido à “má qualidade” e o transporte em recipientes inapropriados, mas que também juntamente com este produto foram destruídos outros produtos alimentícios.

Segundo a mesma fonte, esta destruição insere-se numa missão que está a ser realizada na região Fogo e Brava, onde também estão a realizar inspeções a estabelecimentos comerciais para ver como é que a situação se encontra na área económica que diz respeito à missão da IGAE.

“Hoje, na Brava, aproveitamos para fazer a destruição de alguns produtos que já se encontravam na Esquadra Policial da Brava há já algum tempo, dos quais cerca de 1800 litros de aguardente de má qualidade e em vasilhas não apropriadas para o transporte e alguns produtos fora de prazo recolhidos anteriormente e ontem nas fiscalizações em alguns estabelecimentos comerciais”, precisou aquele inspetor-geral.

Realçou que a missão da IGAE é fiscalizar e, com base nisso, têm feito sempre um trabalho pedagógico juntamente dos proprietários dos estabelecimentos comerciais no sentido de terem sempre produtos de boa qualidade, bem conservados e para não deixar passar o prazo, alertando que o que está em causa é a saúde pública e a do consumidor.

Portanto, sublinhou que é preciso a IGAE estar sempre ciente e presente nos vários pontos do país no sentido de dar combate a algumas situações, destacando que muitas vezes as pessoas incorrem a situações menos próprias nos estabelecimentos.

Quanto à grande quantidade de aguardente destruída, Paulo Monteiro garantiu que o papel da IGAE é de dar combate à produção e comercialização da aguardente de má qualidade e também transportada em recipientes inapropriados, reforçando que no final é a saúde pública que está em causa.

Portanto, adiantou que juntamente com a Polícia Nacional vão continuar a “fazer um combate forte nessa situação e não deixar os produtos de má qualidade chegarem ao mercado”.

Fonte: Inforpress // Ad: Redação Tiver

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