ATAQUES AÉREOS NOTURNOS  ISRAELITAS

Gaza enfrenta uma imensa tragédia humanitária. Segundo o Hamas, pelo menos 30 pessoas morreram e centenas ficaram feridas em ataques aéreos israelitas na Faixa de Gaza, durante a última noite.

Desde sábado, o número de mortos em Israel chegou aos mil e mais de 900 pessoas foram mortas em Gaza.Aproximadamente 2300 alvos foram atingidos em Gaza, desde o ataque de sábado levado acabo por militantes do grupo palestiniano. 

As organizações humanitárias apelam à criação de corredores humanitários, para levar ajuda até à Faixa de Gaza. Advertem ainda que os hospitais estão sobrecarregados com o número de feridos. Faltam meios e medicamentos. Depois de Israel ter interrompido os acessos, alimentos, água e combustível também são escassos em Gaza. Espera-se um apagão no território agravando ainda mais a situação das pessoas estão que estão a sofrer com este bloqueio – a grande maioria civis.

Entretanto, Israel anuncionou a morte de dois altos funcionários do Hamas e promete uma caça aos elementos da organização, depois do ataque surpresa. O primeiro-ministro do país, Benjamin Netanyahu, anunciou um acordo para a formação de um governo de unidade nacional, para enfrentar este momento de crise. E é esperada a chegada do secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken a Israel nesta quinta-feira; uma presença que serve para demonstrar o apoio de Washington.

Uma das zonas mais atingidas pelos ataques foi Kfar Aza, um assentamento perto da fronteira com Gaza. Foram encontrados dezenas de corpos de famílias inteiras, entre eles vários bebés e crianças. O Presidente dos Estados Unidos classificou a brutalidade do ataque como sendo um “ato de pura maldade”.

O Hezbollah, que afirma agir em solidariedade com a ofensiva palestiniana do Hamas contra Israel, assumiu na quarta-feira a responsabilidade por novos ataques contra posições israelitas. Num comunicado, o grupo libanês indicou que esta operação teve lugar “em resposta aos ataques de segunda-feira” de Israel que causaram a morte a três dos seus ativistas

Fonte: Euronewws

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