A moção de censura apresentada pelo PAICV é o corolário de uma cruzada que vem desde 2016 de um partido ressabiado pelas derrotas eleitorais. Ulisses Correia e Silva, que discursava no arranque do debate ao instrumento.
Correia e Silva considerou essa abordagem como uma obsessão em classificar o Governo como não transparente e atingir pessoas.
O primeiro-ministro descreveu essa moção de censura como o corolário de uma cruzada iniciada em 2016 por um partido ressentido com derrotas eleitorais, que utiliza suspeitas, acusações, caos e destruição como instrumentos de afirmação política.
Além disso, Correia e Silva criticou a oposição por não apresentar uma estratégia alternativa de desenvolvimento, políticas substitutas ou capacidade de diálogo social baseada em ideias para o país.
O Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, oposição) entregou na terça-feira, 11, na Assembleia Nacional, uma proposta de moção de censura ao Governo pelas “práticas reiteradas de falta de transparência” na gestão dos recursos públicos e pela “tentativa de esconder ilegalidades”.
Redação Tiver