SA NO “TOP 10” DAS “MELHORES COISAS” PARA SE FAZER EM CV

Santo Antão está em destaque no ‘site’ inglês de viagens Hand luggage Only, segundo o qual explorar esta ilha, sobretudo, através do trekking (caminhadas em trilhas) é “uma das melhores coisas para se fazer em Cabo Verde”.

Este ‘site’ coloca, assim, a “exuberante” ilha das montanhas entre “os melhores sítios” para passar férias em Cabo Verde, assegurando que “explorar Santo Antão é uma das melhores coisas para se fazer” no arquipélago.

“Uma vez aqui (Santo Antão), certifique-se de visitar Xôxo (Ribeira da Torre) e fazer as trilhas cênicas entre ‘Lim d´Corvo’ até João Afonso. Algumas das trilhas podem ser difíceis, mas vale a pena. E não se esqueça de ver as vistas da serra do Delgadinho”, sugere este ‘site’.

Fazer trekking em Santo Antão, andar a cavalo na praia de Santa Maria e nadar na cratera de Pedra de Lume (Sal), caminhar pelo pico do Fogo, saltar de buggy e ver tartarugas na Boa Vista, passear pela costa da Baía das Gatas (São Vicente) são alguns dos destaques de Hand luggage Only.

Santo Antão tem sido, também, apontado por vários ‘sites’ e revistas como sendo “o paraíso” para a prática do trekking em Cabo Verde.

Neste momento, em que decorre a temporada alta do turismo em Santo Antão, iniciada em Outubro e que vai até Maio, esta ilha tem recebido, diariamente, grupos de turistas, sobretudo do Norte da Europa, para caminhadas em trilhas à procura da natureza.

As autoridades locais estimam que Santo Antão, que recebeu em 2019, antes da pandemia, 50 mil turistas, pode chegar a 200 mil “nos próximos anos” com a concretização dos investimentos em carteira (aeroporto e ampliação do porto do Porto Novo) e diversificação das ofertas, além de oferecer um melhor produto turístico” aos turistas que procuram a ilha.

O Governo já anunciou um projecto de mapeamento e sinalização dos caminhos vicinais em Santo Antão e um investimento de 210 mil contos no restauro de 82 percursos em toda a ilha, numa extensão de 294 quilómetros.

Santo Antão tem seis rotas turísticas criadas no quadro das Redes Locais para o Turismo Sustentável e Inclusivo (Raízes).

Fonte: Inforpress // Ad: Redação Tiver

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *