SV: FALTA DE INCINERADORA É “PRINCIPAL DESAFIO” PARA TRATAMENTO DE RESÍDUOS HOSPITALARES

A presidente do Instituto Nacional de Saúde Pública Maria da Luz Lima, assegurou que a falta de uma incineradora tem sido o principal constrangimento, em São Vicente, para o tratamento de resíduos hospitalares perigosos.

A responsável assegurou à Inforpress à margem de uma formação realizada a partir de hoje, no Mindelo, sobre gestão de resíduos hospitalares e direccionada para técnicos e entidades da zona do Barlavento.

A ideia da acção formativa, segundo a mesma fonte, é fazer as pessoas entenderem a importância de uma boa gestão dos resíduos hospitalares a nível nacional, embora, ainda existem alguns desafios como, no caso de São Vicente, onde não existe uma incineradora para a destruição dos resíduos hospitalares perigosos.

A Inforpress contactou o vereador do Ambiente e Saneamento, José Carlos da Luz, que afiançou que a edilidade já cedeu o espaço na lixeira municipal para a instalação da incineradora e que só estão à espera de outros passos, entre os quais, a ligação de água e esgoto.

E no tocante ao lixo hospitalar, a sua falta de gestão ou gestão inadequada apresenta-se, conforme a mesma fonte, como um problema em Cabo Verde em toda a sua cadeia, desde produção, transporte tratamento, e que precisam ser trabalhados e aprimorados.

O trabalho, conforme a mesma fonte, está a ser feito juntamente com a Agência das Nações Unidas para a Defesa e Promoção dos Direitos das crianças (UNICEF) e com apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS) e no sentido de que os formandos possam partilhar as experiências a nível dos seus municípios e permitir a melhoria da gestão do lixo hospitalar, mas, também de outros resíduos, também abrangidos pela formação.

Fonte: Inforpress // Ad: Redação Tiver

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